Faculdade de Medicina do ABC
Formação médica em uma das escolas de medicina mais tradicionais do estado.
Cirurgiã referência em cirurgia refrativa, ceratocone, transplantes de córnea e catarata. Atendimento particular em São Paulo, com 28 anos dedicados a uma única coisa: a sua visão.
Cada córnea conta uma história diferente.
Dra. Maria Cristina Leoratti
Por isso o atendimento é particular e personalizado para cada paciente, sem pressa de convênio. A consulta começa com a sua história, o que levou você a procurar uma especialista, o que está sentindo. Examino o seu olho e, a partir daí, proponho a estratégia terapêutica mais apropriada para você.
Formação médica em uma das escolas de medicina mais tradicionais do estado.
Residência em oftalmologia na mesma instituição da formação, consolidando a base clínica.
Duplo fellowship em Córnea e Doenças Externas e em Cirurgia Refrativa.
Hospital Brigadeiro (Transplantes Euryclides de Jesus Zerbini), Quarteirão da Saúde de Diadema e ambulatório de Óptica Cirúrgica da Unifesp (voluntária).
Anos dedicados à córnea
Fellowships na Unifesp
Título de Especialista pelo Conselho Brasileiro
Diminuir a dependência de óculos e lentes de contato não é vaidade, é qualidade de vida. A escolha da técnica adequada proporciona um resultado seguro, respeitando a anatomia da sua córnea.
Ver caminho refrativoCeratocone tem caminho. O diagnóstico precoce muda o desfecho: quanto antes a córnea é estabilizada, menos invasivo é o tratamento.
Ver capítulo dedicadoA partir da quinta ou sexta década, o cristalino vai ficando opaco, é a catarata. A cirurgia hoje é eficaz e segura, com recuperação visual rápida e lentes intraoculares (monofocais, EDOF ou trifocais) escolhidas conforme o seu olho e a sua rotina.
Ver caminho catarataA córnea, progressivamente, vai se afinando até deformar. A visão pode piorar em momentos específicos do dia, sobretudo no período noturno.
Mais de 70% dos pacientes chegam na consulta com a especialista em córnea depois de anos trocando o grau dos óculos sem qualidade visual, com lentes desconfortáveis e uma frustração silenciosa. O ceratocone é uma doença progressiva, e quanto mais cedo o diagnóstico, melhor é a abordagem terapêutica.
Topografia e tomografia de córnea (Pentacam) permitem o estadiamento da doença. A partir daí, definem-se duas linhas de tratamento: estabilização e reabilitação visual.
Indicado quando há sinais de progressão (comparativo de topografia, aumento do astigmatismo). Procedimento ambulatorial em centro cirúrgico, com recuperação rápida. Em muitos casos, é só do que se precisa.
Iniciamos com refração: se os óculos não corrigem o suficiente, testamos lentes rígidas gás-permeáveis corneanas e, em alguns casos, a lente de contato gelatinosa tórica. Para quem não tolera as lentes rígidas corneanas, há a lente escleral, mais confortável, que protege a superfície ocular e devolve acuidade visual importante.
Principal indicação: pacientes intolerantes às lentes de contato. O implante regulariza a curvatura corneana, reduz o astigmatismo causado pela doença e, em muitos casos, viabiliza a adaptação posterior de lentes de contato e/ou óculos.
Indicado quando as opções anteriores não são viáveis. Pode ser penetrante (espessura total, em casos de cicatriz por hidropsia) ou lamelar anterior (DALK), substituindo só as camadas comprometidas e preservando o endotélio, o que evita rejeição endotelial.
Cada plano terapêutico de ceratocone é montado para uma córnea só: a sua. Ordem, ritmo e técnica são decididos depois do exame, nunca antes.
Sem corte na córnea. Indicação clássica para córneas finas e para perfis esportivos, especialmente esportes de contato.
Flap criado por laser de femtosegundo, indicado para córneas regulares com espessura suficiente. Proporciona rápida recuperação visual, em poucos dias.
Tratamento para remoção de cicatrizes corneanas e irregularidades de superfície.
Lente intraocular implantada sem tocar a córnea. Indicada para alta miopia ou alta hipermetropia.
Decidimos juntos qual técnica respeita melhor a sua córnea, na consulta de avaliação.
Presbiopia é a dificuldade de enxergar de perto, geralmente percebida a partir dos 45 anos. Costuma trazer desconforto em atividades simples como ler ou usar o celular.
A abordagem inicial envolve óculos e/ou lentes de contato multifocais. Quando a adaptação não acontece, depois de uma avaliação criteriosa, podem ser consideradas alternativas cirúrgicas, sempre escolhidas em conjunto com o oftalmologista.
Não é uma decisão para ter pressa. É uma decisão para ter clareza.
Quando a cirurgia é o caminho, é isto que a tecnologia atual oferece:
Distâncias de visão com as lentes premium · perto, intermediário e longe
Duração média da cirurgia de catarata moderna
Para a recuperação visual e o retorno ao convívio
Lamelares (DALK, DMEK, DSEK), quando substituímos só a camada comprometida, e penetrantes, quando a córnea é trocada em espessura total. A escolha respeita a camada afetada, preserva o que está saudável e reduz as chances de rejeição.
Doença da conjuntiva que invade a córnea e pode causar astigmatismo irregular. A cirurgia faz a remoção e o transplante autólogo de conjuntiva, técnica de menor recidiva.
Excesso ou frouxidão da conjuntiva, causando sensação de corpo estranho. Tratamento clínico inicial com colírios; cirurgia (ressecção do excesso) quando os sintomas persistem.
Indicado em risco iminente de perfuração: úlceras neurotróficas, ceratopatia bolhosa sem indicação de transplante. Protege a superfície e estabiliza o quadro.
O limbo é onde estão as células-tronco do epitélio da córnea. Em falência (uso excessivo de lentes, queimaduras químicas), pode ser autólogo (do olho contralateral) ou heterólogo (familiar).
Por deficiência aquosa (Sjögren, menopausa, medicações) ou evaporativo (disfunção das glândulas de Meibômio). O tratamento ataca a causa: lubrificantes, anti-inflamatórios, higiene palpebral, compressas, luz pulsada e, em casos severos, oclusão de pontos lacrimais.
Avenida Santo Amaro, 48 · Conjunto 82
Vila Nova Conceição · São Paulo
Sim, o atendimento é exclusivamente particular. Não trabalho com convênios para dedicar mais tempo e profundidade à consulta.
Forneço todos os documentos necessários (recibo e código TUSS) caso você queira pedir reembolso ao seu plano de saúde.
Reservo um tempo amplo para ouvir o seu histórico, examinar com calma todos os exames trazidos e realizar a investigação clínica completa.
A partir disso, desenhamos juntos o plano de cuidado, com clareza sobre cada etapa, prazos e técnica indicada.
Em geral sim. O ceratocone é dinâmico e o que vale é a imagem mais recente.
A topografia e a tomografia de córnea (Pentacam) costumam ser refeitas para confirmar o estágio atual e definir, com precisão, o tratamento adequado.
Depende da técnica indicada. Femtolasik tem recuperação visual em poucos dias. PRK e PTK exigem alguns dias a mais por envolverem reepitelização da córnea.
A escolha da técnica respeita a segurança do paciente.
Para córneas irregulares (ceratocone, pós-transplante, ectasia pós-refrativa) e olho seco severo.
A lente cria uma redoma de soro que devolve nitidez e protege a superfície ocular. A adaptação é sob medida, em várias visitas.
Sim. O pós-operatório geralmente é de até 30 dias, mas às vezes são necessários períodos mais longos de seguimento. Ele faz parte do tratamento e já está incluído no plano. Os retornos são programados conforme cada técnica e ajustados quando necessário.
Sim, especialmente em casos de ceratocone, estrabismo e ametropias progressivas.
O diagnóstico precoce do ceratocone na adolescência muda completamente o desfecho do tratamento.
Avenida Santo Amaro, 48, Conjunto 82, Vila Nova Conceição, São Paulo.
Há estacionamento conveniado no edifício e a região é bem servida por táxi e transporte por aplicativo.